18 de junho de 2010

Morte do ser e das palavras

"Quando "escrisadores" morrem, morre também parte da sua literatura. Quem (ns) serão os novos contemporâneos que a manterão viva?"

15 de junho de 2010

Brasil



Nesse início do Brasil rumo ao hexa, é interessante lembrar da história social, política, econômica e cultural do país, não que eu não goste de futebol (longe de mim dizer isso, ainda mais nessa época) mas os fatos estão aí e só uma bonita festa como Copa do mundo FIFA para unir os muitos brasis que existem dentro de um mesmo país.
A visão que o mundo acima da linha do equador tem do Brasil é a do subdesenvolvimento, do povo festivo do carnaval que o utiliza como pretensão para prostituição (salve os poucos que estão ali única e exclusivamente pelas artes plásticas, musicais e corporais da dança), da terra fértil que produziu e que ainda produz muito para exploração, da mão-de-obra barata, da política corrupta que cobra os maiores impostos mais que não constrói nada com esse dinheiro (afinal podemos ver as gigantescas diferenças entre as classes sociais), do desemprego, da violência, da falta de educação, onde a esperança das crianças quando meninas é de ser modelo tocendo para não cair em golpes e a doa meninos é der ser jogador de futebol da mesma maneira.
Tanto dinheiro investido no bolso de 23 jogadores, com luxo, para ter algum respeito através do futebol.
A única coisa de positiva que vejo na copa é o despreendimento das raças, unidas por um único objetivo, o respeito mútuo mesmo com tantas divergências, é um curto momento onde todos são iguais.
O Brasil é bem mais que futebol. Quando o mundo através de poucos como o Presidente Luíz Inácio Lula da Silva, Niermayer, Machado de Assis, Tom Jobim, e paisagens como Rio de Janeiro entre outras, enxergar o que o Brasil é de verdade; quando a política fizer por merecer o povo que tem, muitos outros eventos poderão ser lembrados e festivos como a Copa do mundo. No fim, como todos, espero que o Brasil, nisso, consiga ser campeão!